ÁUDIO

Áudio bitstream explicado

A saída bitstream significa que a fonte encaminha a banda sonora codificada sem alterações e deixa a descodificação para o recetor AV ou a soundbar, em vez de a converter ela própria para PCM.

A explicação resumida

Dois caminhos. Bitstream (também chamado passthrough): a fonte envia o fluxo comprimido e o recetor AV descodifica-o. PCM: a fonte descodifica e envia áudio sem compressão.

A qualidade de som é essencialmente idêntica nos formatos sem perdas, já que ambos acabam nas mesmas amostras. O que muda é qual o aparelho que aplica o seu próprio processamento e o que o painel frontal do recetor mostra.

Onde o vai encontrar

Para Atmos e DTS:X, o bitstream é normalmente a escolha certa: os metadados dos objetos chegam intactos ao recetor, o que deixa de ser possível quando a fonte já os achatou em canais.

Para uma fonte que faz a sua própria mistura — uma consola de jogos, um PC com vários fluxos de áudio — o PCM é muitas vezes mais prático.

Em qualquer dos casos, a fonte só envia em bitstream um formato que julga que o aparelho a jusante consegue descodificar, e essa convicção vem do EDID.

Como o DR HDMI 8K lida com isto

O DR HDMI 8K não descodifica nem converte áudio; deixa-o passar intacto, sem compressão nem conversão para formatos inferiores. O que controla é aquilo que é dito à fonte, e é isso que decide se a fonte envia sequer um formato em bitstream. Anuncie TrueHD e a fonte envia TrueHD em bitstream; remova-o e a fonte recorre silenciosamente a uma alternativa.

Sobre o DR HDMI 8K: um repetidor HDMI 2.1 de 1500MHz / 48Gbps que lê, armazena e reescreve o EDID entre a sua fonte e o resto do sistema, e mostra o estado da ligação no OLED e na página web — para que uma cadeia com falhas passe a ser algo que pode testar passo a passo. Veja o que o aparelho faz →

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