A explicação resumida
EDID significa Extended Display Identification Data. Quando liga um leitor, uma consola ou uma box de streaming, o aparelho não sabe por magia o que o seu ecrã consegue fazer. Pergunta. O ecrã responde com um pequeno bloco de dados — o EDID — que indica o seu nome, as suas resoluções, as suas taxas de atualização, as suas capacidades de cor e HDR e os seus formatos de áudio.
A fonte lê essa lista e escolhe a melhor combinação que ambos os lados afirmam suportar. Essa única troca decide se obtém 4K120 ou 1080p60, HDR ou SDR, Atmos ou estéreo. Acontece em menos de um segundo e nunca a vê.
Onde o vai encontrar
Numa ligação simples entre fonte e televisor, isto funciona de forma invisível. Os problemas começam assim que há algo pelo meio: um recetor AV, uma soundbar, um comutador, um cabo longo. Cada aparelho pode deixar passar o EDID, reescrevê-lo ou substituí-lo pelo seu. O que finalmente chega à fonte pode ser muito diferente daquilo que o seu ecrã realmente anuncia.
Essa é a causa de uma parte surpreendente das queixas sobre HDMI. Sem 4K120, embora todas as caixas digam 4K120. Sem Dolby Vision numa entrada, mas tudo bem noutra. O Atmos a desaparecer quando desliga o projetor. O hardware é capaz; o EDID que chegou à fonte simplesmente não o dizia.
Como o DR HDMI 8K lida com isto
O DR HDMI 8K fica entre a fonte e o resto da cadeia e assume essa troca. Pode mostrar-lhe, lado a lado, o EDID que o sink anuncia e o EDID que a fonte está realmente a ler. Pode copiar o EDID do sink sem alterações, substituí-lo por uma das 100 tabelas guardadas (10 posições personalizadas e 90 predefinidas) ou copiá-lo e alterar capacidades individuais antes de o transmitir.
Isso transforma o EDID de algo invisível em algo que pode ler, alterar e testar passo a passo.
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