HDR

Tone mapping explicado

O tone mapping é a conversão que pega nos realces HDR graduados com mais brilho do que o seu ecrã consegue atingir e os remodela para caberem nos seus limites reais.

A explicação resumida

Um conteúdo masterizado a 1000 nits que chega a um ecrã capaz de 600 tem de ser comprimido. Feito de forma grosseira, tudo o que fica acima do limite é cortado para um branco uniforme e o detalhe nos realces desaparece. Bem feito, a curva é suavizada gradualmente e a maior parte do detalhe sobrevive.

Onde o vai encontrar

Quem faz o tone mapping determina o resultado. Com HDR10 é o ecrã, usando um único valor estático para todo o título. Com Dolby Vision é o ecrã, com indicações cena a cena. Com LLDV é a fonte, que entrega uma imagem já pronta.

É por isso que o mesmo filme pode ter um aspeto bastante diferente consoante o caminho que percorre na sua cadeia — e é por isso que os valores que anuncia sobre o seu ecrã não são uma formalidade.

Como o DR HDMI 8K lida com isto

O DR HDMI 8K não faz tone mapping; decide quem o faz e o que lhe é dito. Controlando os indicadores HDR e o bloco de dados Dolby Visionprimárias, gama de luminância, tipo de interface — escolhe se é o ecrã ou a fonte a fazer a adaptação, e com que pressupostos. Num projetor, essa escolha é muitas vezes a diferença entre uma imagem desbotada e uma boa imagem.

Sobre o DR HDMI 8K: um repetidor HDMI 2.1 de 1500MHz / 48Gbps que lê, armazena e reescreve o EDID entre a sua fonte e o resto do sistema, e mostra o estado da ligação no OLED e na página web — para que uma cadeia com falhas passe a ser algo que pode testar passo a passo. Veja o que o aparelho faz →

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O DR HDMI 8K é vendido através da loja online HDFury.pt.

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