A explicação resumida
O Dolby Vision suporta cor até 12-bit e, mais importante ainda, metadados dinâmicos. Cada cena traz as suas próprias indicações sobre como adaptar o conteúdo ao brilho que o ecrã consegue efetivamente atingir. Num ecrã que não alcança o brilho de masterização — ou seja, a maioria dos ecrãs — são essas indicações que evitam que os realces fiquem cortados e as sombras esmagadas.
É um formato licenciado, pelo que tanto a fonte como o ecrã precisam de suporte Dolby Vision, e a capacidade é comunicada através de um bloco de dados Dolby Vision específico dentro do EDID.
Onde o vai encontrar
É nesse bloco de dados que o Dolby Vision falha em sistemas reais. Coloque um recetor AV ou um comutador entre o leitor e o televisor, e o bloco pode não sobreviver à viagem. O leitor nunca chega a saber que o ecrã suporta DV e recorre silenciosamente a HDR10 — sem nada no ecrã que o indique.
Algumas fontes também têm memória. A Apple TV 4K, por exemplo, guarda os EDID que já testou e não os volta a testar, e é por isso que mudar de EDID pode desencadear uma nova verificação Dolby Vision.
Como o DR HDMI 8K lida com isto
O DR HDMI 8K tem uma secção dedicada ao Dolby Vision. Captura e guarda automaticamente o bloco de dados DV do ecrã ligado, descodifica-o para uma forma legível e pode incluir esse bloco guardado num EDID AutoMix — para que o DV continue a funcionar mesmo com outro equipamento pelo meio. Pode também construir manualmente um bloco de dados DV personalizado: tipo de interface, primárias, YUV422 12-bit, global dimming, controlo da retroiluminação e luminância mínima, com primárias e valores de luminância totalmente personalizados, se necessário.
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O DR HDMI 8K é vendido através da loja online HDFury.pt.